O Arquivo Lucy Parsons apresenta a edição brasileira de A Greve Geral, de Ralph Chaplin, clássico do sindicalismo revolucionário publicado originalmente em 1933.
A obra, ligada à tradição dos Trabalhadores Industriais do Mundo (IWW), discute a greve geral como instrumento estratégico da organização da classe trabalhadora no ponto de produção, abordando temas como sindicalismo industrial, ação direta, solidariedade de classe e democracia industrial.
Traduzida e publicada em Fortaleza, a edição busca contribuir para a circulação de materiais históricos ligados às experiências de organização autônoma dos trabalhadores e trabalhadoras.
Lançamentos presenciais
Fortaleza — Ceará

No dia 08 de maio, o livro foi lançado durante a Feira Literária e Artística promovida pela Revista Pindaíba, realizada na Praça Rosa da Fonseca / João Gentil, no bairro Benfica, em Fortaleza.
A banquinha do Arquivo Lucy Parsons contou com apoio de militantes da Organização Popular Terra Liberta e do Sindicato Geral Autônomo da Educação do Ceará (SIGAE-CE), fortalecendo a circulação local da obra e o diálogo entre iniciativas de memória, formação e organização popular.
Rio de Janeiro — RJ

No dia 09 de maio, o livro esteve presente em lançamento na Feira Autônoma do Rio Popular Ameríndia (FARPA), organizada na Ocupação Gilberto Domingos, do Movimento Unificado dos Camelôs (MUCA).
A banquinha da Associação dos Trabalhadores de Base do Rio de Janeiro (ATB-RJ) recebeu e divulgou a obra junto a exemplares de editoras e grupos como Intermezzo, Ácrata e Instituto de Estudos Libertários (IEL), ampliando a circulação da edição em espaços de organização de base.
Adquira um exemplar
📕 Valor: R$ 15 (frete incluso para todo o Brasil)
Os pedidos podem ser realizados pela lojinha virtual do Arquivo Lucy Parsons.
Novas atividades!
O Arquivo Lucy Parsons também convida grupos de pesquisa, espaços de estudo, organizações de luta, sindicatos, coletivos e demais iniciativas interessadas a articularem conosco diálogos, debates, grupos de leitura e atividades formativas ( presenciais ou virtuais) em torno da obra, do sindicalismo revolucionário e da memória das lutas da classe trabalhadora.